Eu acho que a maioria das pessoas pensa que gostamos de ficar todos os dias falando dos maus tratos e do descaso com os animais e solicitando ajuda. Pois é, mas nós não gostamos, não. Nós só fazemos isto porque infelizmente muitas pessoas passam reto, fecham os olhos para o que acontece em todas as ruas de nossa cidade (Porto Alegre-RS). Cães, gatos, cavalos, todos sofrendo, doentes, famintos, sem um mínimo de dignidade. Nenhum protetor dos animais quer minimizar o sofrimento humano, que também é enorme, nas mesmas ruas, vilas e comunidades sem assistência.
O que nós queremos é que alguma providência seja tomada URGENTEMENTE. Queremos colaborar, não estamos passando a responsabilidade para ninguém e sim tentando dividí-la. Até agora não tivemos nenhuma resposta, nenhum tipo de proposta, a não ser das mesmas pessoas que sozinhas TOMAM ATITUDES e recolhem, tratam, pagam contas altíssimas em clínicas veterinárias, assumem os custos de vacinação, medicação e alimentação, sem que nenhum projeto concreto que reúna a comunidade universitária da área veterinária, as pet shops, clínicas veterinárias, os governos e empresas que trabalham com responsabilidade social. O bem-estar destes animais é uma questão de saúde pública e ambiental.
Já é chegada a hora de uma mesa redonda, como aquela dos Cavalheiros da Távola Redonda, com pessoas físicas e jurídicas e a representação política e governamental, para FIRMAREM um COMPROMISSO de resolução definitiva destas situações. Abaixo, mais uma situação que urge em resultados concretos.
VAMOS AGIR. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES.
A protetora Zélia da PCAD (Projeto de Castração de Animais Domésticos), solicita voluntários para as ações da Instituição. Dentre elas, a situação dos cães das Ilhas, do bairro Arquipélago, da jurisdição da cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Informações no site: www.pcad.com.br
Vamos aguardar o retorno.
Este é um blog pela Vida em todas as suas formas de manifestação. Com respeito e responsabilidade, nós vamos fazer a diferença!
terça-feira, 27 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Cidadania e Responsabilidade
A maior parte das pessoas age no piloto automático. Diariamente quando saímos às ruas, se prestarmos atenção nas pessoas, veremos corpos andando rapidamente, ou carros com "bonecos" pilotando. A impressão que a gente tem é que as almas foram roubadas. Só isto justificaria a falta de interesse pelo próximo, pelos animais e pelo nosso meio ambiente.
Tudo acontece exatamente igual todos os dias. As mesmas pessoas, fazendo as mesmas coisas. O tempo passando e nada muda. Nada faz aqueles olhos que estão naqueles corpos, brilharem. O que seria isto? Eu arrisco dizer que é falta de amor. Quem tem amor, tem brilho, tem vida.
E é tão simples amar. Basta olhar. Mas, olhar e ver. Olhar e sentir. Olhar e ter vontade de participar, de se envolver, de compartilhar.
Nós somos responsáveis uns pelos outros, disso não tenho a menor dúvida. mas quando é que a "ficha" vai cair?
Ser cidadão é isto. É manter vivos os nossos deveres, em primeiro lugar e também os nossos direitos. É participar, não se eximir de responsabilidades. Ser um, mas ser todos ao mesmo tempo. Ser conjunto.
Eu não gostaria de continuar a ver todos os dias muitos "zumbis" caminhando, dirigindo, fazendo compras, indo ao cinema, indo aos parques. Eu quero ver olhos brilhando, sorrisos no rosto e corações emocionados, com vontade de viver, de participar, de agir, de ajudar.
Seria sonho? Espero que não!
Um beijo,
Rudáia
Tudo acontece exatamente igual todos os dias. As mesmas pessoas, fazendo as mesmas coisas. O tempo passando e nada muda. Nada faz aqueles olhos que estão naqueles corpos, brilharem. O que seria isto? Eu arrisco dizer que é falta de amor. Quem tem amor, tem brilho, tem vida.
E é tão simples amar. Basta olhar. Mas, olhar e ver. Olhar e sentir. Olhar e ter vontade de participar, de se envolver, de compartilhar.
Nós somos responsáveis uns pelos outros, disso não tenho a menor dúvida. mas quando é que a "ficha" vai cair?
Ser cidadão é isto. É manter vivos os nossos deveres, em primeiro lugar e também os nossos direitos. É participar, não se eximir de responsabilidades. Ser um, mas ser todos ao mesmo tempo. Ser conjunto.
Eu não gostaria de continuar a ver todos os dias muitos "zumbis" caminhando, dirigindo, fazendo compras, indo ao cinema, indo aos parques. Eu quero ver olhos brilhando, sorrisos no rosto e corações emocionados, com vontade de viver, de participar, de agir, de ajudar.
Seria sonho? Espero que não!
Um beijo,
Rudáia
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